Em busca de pontos importantes…

Ymanitu-Galera-ParalimpicaContinuamos firme e forte aqui nessas 2 semanas que antecedem a viagem.
Jogos ParaPan encerrados e meus companheiros, amigos de seleção fizeram bonito mostrando que o tênis em cadeira de rodas está na melhor fase da sua história. Isso mostra que o trabalho, à luta, determinação individual de cada um no seu dia a dia de treino vale muito a pena, e que para chegar nessas medalhas, ninguém imagina como a caminhada é longa, difícil, cheia de altos e baixos e que às vezes dá vontade de parar e desistir. Mas como todo brasileiro, não desistimos dos nossos sonhos jamais e assim meus amigos participaram e contribuiram para essa excelente campanha brasileira nos jogos.
Infelizmente dessa vez não participei dos jogos, pois a categoria ” Quad ” da qual faço parte não fez parte do quadro do Tênis, então fiquei apenas na torcida e claro treinando bastante para os próximos torneios.
Já visando uma melhora no rendimento, os treinos em quadra com a bolinha foram intensificados, agora são 4 dias da semana em quadra ralando e mais 2 dias de academia fazendo aquele treinamento de reforço muscular.
Viajo agora no dia 30 para os Estados Unidos, onde disputo o US Open em St Louis e na semana seguinte parto rumo ao Canada onde participo do Birmingham Classic, atrás de pontos importantes para o ranking mundial.

O Esporte me escolheu – Parte 3

Post escrito por Jéssica Ferreira hand bike Jessica FerreiraNo capítulo anterior: 

“Voltei pra casa com o diagnóstico de que a possibilidade de voltar a andar com tratamentos convencionais era remota e que precisaria usar fraldas e sonda…

Como encarei a paraplegia e como me inseri no esporte?!”

2º Capítulo: O pós acidente e um novo mundo proporcionado pelo esporte

Em meio a um diagnóstico fechado de paraplegia, comecei uma busca incessante pela internet, por tratamentos com fisioterapias diferenciadas, células tronco e alternativas, que pudessem me fazer voltar a andar, porém todas eram extremamente caras, a maioria ainda experimentais e não cabiam no meu orçamento. Nesse meio de tempo, descobri que tinha contraído uma super bactéria no hospital, a KPC, e que corria risco dela se espalhar pelo meu corpo. Meu drama a cada dia aumentava, eram muitas notícias ruins ao mesmo tempo, eu só pedia a Deus que todo aquele pesadelo acabasse.

Consegui controlar a super bactéria com antibióticos e também a coordenar as minhas necessidades básicas através de técnicas utilizadas para pessoas com incontinência urinária, contrariando o diagnóstico da medicina. Em meio à restrição financeira, apoiada por doações, amigos, familiares e pela empresa em que eu trabalhava, optei por fazer um tratamento em uma clínica de fisioterapia em SP, especializada em lesionados medulares. Iniciei uma rotina diária de 6 horas de fisioterapia que exigia muito do meu físico e também do meu psicológico. A partir daí já comecei a resgatar as características do meu tempo de atleta que são básicas para qualquer esportista: a disciplina, a dedicação, a perseverança e saber conviver com dores físicas. Na clínica, conforme fui evoluindo, surgiram os primeiros incentivos para pratica de esportes que poderiam me auxiliar na recuperação, como a natação, a hidroginástica e a musculação.

Não foram meses fáceis, me adaptar a cadeira de rodas, conhecer minha nova condição, minhas novas limitações que iam muito além da perda dos movimentos das pernas. Esforçar-me horas para evoluir em pequenas coisas que pra maioria das pessoas não significavam nada. Enfim, por mais que toda a dedicação as fisios me gerasse um sentimento de que eu poderia mudar a minha condição de paraplégica, que eu estava fazendo a minha parte, as crises de depressão foram inevitáveis. Você mudar da noite pro dia, de uma vida ativa, independente, em que eu não enxergava limitações, para uma vida de dependência da cadeira de rodas e também das pessoas, além de barreiras impossíveis de serem quebradas aos olhos da medicina, mudanças no seu corpo como a perda do tônus muscular, entre outras… infelizmente não é nada fácil.

Bom, o acidente não me trouxe só coisas ruins, além de ter a oportunidade de abrir meus olhos para situações que eu não me importava anteriormente, como à questão da acessibilidade, pude fazer também, uma revisão da minha vida. Meus pais tiveram a oportunidade de me dizer o quanto eu tinha me tornado uma pessoa fechada, sem tempo para dar atenção a quem quer que fosse, extremamente intolerante e impaciente. Deus me deu outra chance e hoje valorizo cada segundo ao lado da minha família e dos meus amigos verdadeiros, alguns que eu nem sabia o quanto me amavam, porque estava ocupada pra enxergá-los e atualmente consigo tê-los, valorizá-los e mostrar o quanto eles são importantes e fazem diferença na minha vida.

Mais recentemente, pós acidente, outra maravilha aconteceu. Conheci via internet a equipe da APP da Força Aérea Brasileira, em Pirassununga e quis ver pessoalmente o trabalho que eles desenvolviam. Achei que ia me identificar, claro, pois eram atividades adaptadas para deficientes físicos, mas não tinha dimensão que seria um divisor de águas na minha vida e que me redescobriria no esporte. Cheguei meio sem jeito e curiosa para experimentar a handbike, todos estavam meio apreensivos porque era minha primeira vez. Bom, me equiparam e me colocaram naquilo que à primeira vista parecia meio que um monstro. Já nas primeiras pedalas (com as mãos), senti algo indescritível, o vento no meu corpo, nos meus cabelos, estar me movendo sozinha, sem ninguém me pajeando como na musculação… a sensação de liberdade, pude me sentir poderosa, independente e totalmente viva de novo! A sensação de prazer foi além daquela causada pela endorfina, normal em qualquer atividade física. Nunca… nunca havia me sentido assim antes. Talvez porque não valorizava e não enxergava o que realmente é a felicidade e a liberdade.

Já no primeiro dia pedalei por 52 km e surpreendi a mim e a todos que estavam presentes. De lá pras competições foi um pulo e consegui aquilo que eu buscava lá no passado com o atletismo: medalhas, ser reconhecida e orgulhar meus familiares, amigos e as pessoas no geral, através o meu desempenho no esporte. Coisas que com o movimento pleno das pernas que eu tinha há 1 ano e 8 meses eu não consegui. São as voltas que a vida dá pra que a gente consiga ser feliz. A handbike e eu nos tornamos amigas inseparáveis e depois de ser apresentada a ela não tive mais crises depressivas. Atualmente divido minha vida em três fases: antes do acidente, pós acidente e pós a handbike.

Pódio Handbike H2 Jessica FerreiraAgora me mantenho numa rotina de fisioterapias e treinamento com a handbike.

O esporte é minha fonte de prazer e alimenta minha força de viver. Tenho sim uma imensa vontade de voltar a andar e vou continuar lutando pra isso, mas hoje tenho outras pretensões, como uma trajetória profissional no esporte, poder representar minha cidade, meu estado, meu país em competições e chamar a atenção do mundo para as necessidades dos cadeirantes e de outros deficientes físicos que vivem a margem da sociedade.

Venha comigo na luta pela acessibilidade e de outras questões para melhorar a vida dos deficientes físicos e torça por mim no esporte.

 

O Esporte me escolheu – Parte 2

Post escrito por Jéssica Ferreira

Jessica Evolution Modelo

No capítulo anterior…
“Nos anos que se seguiram, a minha carreira continuou sendo o meu combustível de vida, morei em diversas cidades, viajava muito a trabalho e isso fez com que eu ficasse distante da minha família e amigos. Eu acreditava que essa ausência era necessária e que meus pais, meus irmãos e todos, estavam orgulhosos de mim, da carreira que eu estava trilhando. Mas como assim?!!! Abandonei o esporte, cheguei a odiá-lo e hoje sou apaixonada por ele? Quer saber mais sobre toda essa mudança? Acompanhe os próximos episódios…”

2º Capítulo: O acidente que me deixou paraplégica.

Olá, hoje vou contar como foi à viagem que mudou o curso da minha vida por completo.

No dia 06/11/2013, após um dia exaustivo de trabalho, como de costume, peguei meu carro e faria um percurso de 150 km até outra cidade. Estava dirigindo tranqüila e me sentia segura, achava que era uma excelente motorista, com horas de experiência na estrada.

De repente, fui surpreendida com um carro vindo em minha direção na pista, percebi que iríamos bater de frente e minha reação foi frear bruscamente. O carro capotou 3 vezes e foi parar fora da pista. Na primeira capotada, já senti que tinha batido minhas costas, foi tudo muito rápido. O carro parou e eu não conseguia me mexer nenhuma parte do meu corpo, senti uma dor enorme que não sei explicar, comecei a ficar aflita, desesperada para ser socorrida, com medo de nunca mais conseguir me mover, de morrer, era um turbilhão de sentimentos de uma vez só.

O tempo foi passando e nada de ninguém me socorrer, na posição em que eu fiquei, era possível ver o relógio do carro e só depois de exatos 40 minuos, um anjo foi tocado e foi até o carro pra me ajudar. Lembro-me de estar perdendo os sentidos quando ouvi a voz dele me dizendo que já tinha chamado socorro e que tudo ia ficar bem. Creio que as pessoas passavam e imaginavam que já não tinha mais ninguém no carro e o outro veículo que me fez frear, possivelmente não se deu conta do que havia acontecido comigo ou omitiu socorro. O rapaz que me socorreu disse que passou pelo carro e seguiu viagem achando que já não tinha mais ninguém no local, porém, poucos minutos depois, sentiu no coração de voltar e checar se o carro realmente estava vazio.

Após 1 hora do capotamento, chegou a primeira ambulância do SAMU. Constaram que nada era possível fazer pra me ajudar, já que eu estava presa nas ferragens. Mais 20 minutos se passaram e o Corpo de Bombeiros chegou e iniciou o resgate que demorou cerca de 40 minutos. Mais ou menos 2 horas depois do acidente, estava dentro de um hospital recebendo a notícia de que meu caso era grave e que eu precisaria ser operada por um neurocirurgião pra não ficar tetraplégica, fui medicada com morfina para que eu pudesse suportar a dor e me encaminharam para um hospital em outra cidade. Chegando lá, fui operada às pressas e foi constatada uma lesão medular. Foram colocadas duas placas e 12 pinos para estabilizar a coluna e descomprimir a medula.

Os primeiros dias foram terríveis, a dor física era imensa e a psicológica mais profunda, pois eu já sabia que existia a possibilidade de não voltar a andar nunca mais e ainda percebi que nem minhas necessidades básicas eu conseguia fazer sozinha e que isso poderia não ser transitório. Os dias foram passando e o cenário não mudava. Fiquei por lá durante 18 dias. Voltei pra casa com o diagnóstico de que a possibilidade de voltar a andar com tratamentos convencionais era remota e que precisaria usar fraldas e sonda…

Como encarei a paraplegia e como me inseri no esporte?! Quer saber?! Acompanhe o terceiro e último episódio da minha trajetória e descubra como o esporte mudou minha vida.

O esporte me escolheu – Parte 1

Post escrito por Jéssica Ferreira

Jessica Evolution EsperançaMeu nome é Jéssica tenho 27 anos e há 1 ano e 8 meses estou paraplégica. Vou compartilhar um pouco da minha história e da minha relação com o esporte, de ódio no passado para um atual amor incondicional. Serão 3 episódios e convido vocês a me conhecer e ver como o esporte pode mudar a vida de alguém. Vamos nessa?!

1º Capítulo: Infância, primeiro contato frustrante com o esporte e a trajetória profissional

Bom, nasci em Jaboticabal, no interior de SP. Sou a filha mais nova e a única mulher, entre 3 irmãos. Sempre lutei contra a balança e minha mãe com o intuito de me incentivar a manter o peso, insistia em me inscrever para participar de concursos de beleza. Mantive por muito tempo essa rotina de brigas com a balança, mas era uma criança normal e feliz ao lado dos meus amigos. Quem adivinha qual sou eu na foto?

FB_IMG_1437414086733No entanto, minha rotina mudou totalmente quando mudamos de cidade e minha mãe teve que se ausentar mais de casa por conta do trabalho. Meus irmãos tornaram-se os responsáveis por mim e esse novo cenário com uma nova escola, distante dos meus amigos e da minha mãe me fez mudar muito. Fiquei gordinha novamente e me espelhava nos meus irmãos em tudo: roupas, músicas, personalidade durona e também, assim como eles, acabei me inserindo no esporte.

No local em que morávamos, havia uma equipe de atletismo patrocinada pela empresa que meu pai trabalhava e meus irmãos resolveram participar. Eu não tive escolha e, ainda com 7 anos e sem muito jeito, comecei a freqüentar os treinos. No início, lembro que chorava muito pra ir, achava muito chato ficar à tarde inteira correndo ou vendo as pessoas se exercitarem e meus irmãos então, me chamavam de gorda e diziam que eu tinha que ir e praticar pra emagrecer e ficar menos feia. Aos poucos, fui tomando gosto e comecei a me dedicar. O meu alvo passou a ser ganhar medalhas, ser a melhor e provar pros meus irmãos que a gordinha era boa em alguma coisa. Os quilos eu consegui eliminar, porém, veio à nova frustração, não conseguir estar entre as melhores. Participei de várias modalidades na época, pensava que em pelo menos uma delas, eu conseguiria me destacar. Fui da equipe de velocistas (corridas de velocidade), fundistas (corridas de maiores distâncias), arremessos e saltos em altura e depois de todas elas, as frustrações se acumularam, pois mesmo me dedicando muito, não conseguia o destaque que eu procurava. Após um tempo, já odiando o esporte e tudo que o envolvia, resolvi abandoná-lo totalmente.

Aos 14 anos já de volta à Jaboticabal, comecei a querer coisas materiais que meus pais não tinham condições financeiras de me dar e então resolvi trabalhar no que fosse possível e ter o meu próprio dinheiro. Trabalhei como repositora num supermercado, como office girl num escritório de advocacia, como vendedora numa loja de celulares. A disciplina e a dedicação, aprendidas lá traz com o esporte, me ajudaram muito.

Com 18 anos consegui um trabalho como estagiária em uma empresa de treinamento e com o meu salário conseguia pagar a minha própria faculdade de Administração de Empresas. Em poucos meses, meu esforço foi reconhecido e fui promovida à funcionária efetiva. Experimentei um sentimento que até então eu não conhecia, ser vista pelas pessoas como alguém realmente boa em alguma coisa. Aquilo mexeu comigo profundamente e meu foco passou a ser me aperfeiçoar cada vez mais, corresponder às expectativas dos meus superiores e ser destaque na minha profissão. Novas promoções no trabalho vieram e após a faculdade investi em especializações, cursos e em tudo que poderia me tornar cada vez mais uma profissional de excelência.

Jessica CIEE TAMNos anos que se seguiram, a minha carreira continuou sendo o meu combustível de vida, morei em diversas cidades, viajava muito a trabalho e isso fez com que eu ficasse distante da minha família e amigos. Eu acreditava que essa ausência era necessária e que meus pais, meus irmãos e todos, estavam orgulhosos de mim, da carreira que eu estava trilhando.

Mas como assim?!!! Abandonei o esporte, cheguei a odiá-lo e hoje sou apaixonada por ele? Quer sabr mais sobre toda essa mudança? Acompanhe os próximos episódios…

O melhor tratamento para a obesidade infantil pode ser a brincadeira

Por Lucas Pinheiro (Novos Talentos*)

Brincadeira carrinho de mãoCom a época de férias, vemos muitas crianças brincarem e se divertirem. Já que falamos e sabemos que a obesidade é uma doença na qual precisa de tratamento através de exercícios físicos, pode-se usar esse período para iniciar o incentivo às práticas físicas.

Os pais tem papel fundamental nesse apoio e incentivo, para alguns pesquisadores os pais são o exemplo que o filho mira ser. Hoje muitos programas são criados tentando buscar a integração familiar, e consequentemente uma intimidade entre as famílias através dos jogos e brincadeiras.

Mas o que seria brincadeira? E o que seria jogo? Brincadeira é um faz de conta tendo início na realidade, ou seja, é a combinação entre a imaginação e a realidade. Porém, o jogo define-se como “atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados limites de tempo e espaço.” (Huizinga,1993, p.33). Para os pais aproveitarem o tempo com seus filhos, e especialmente “queimar calorias”, podemos falar de alguns jogos ou brincadeiras que, além de promover a interação familiar, ainda auxilia na manutenção do corpo. Peteca, carrinho de mão, pega-pega, pular corda, pensa rápido, queimada, são alguns exemplos de jogos que envolvem muitas pessoas.

Brincadeira de petecaE qual o benefício dessas brincadeiras para a criança, ou até mesmo para o adulto? A peteca auxilia na capacidade cognitiva dos participantes, pois esse jogo exige uma dimensão de espaço, e de precisão já que a peteca precisa necessariamente ser batida e rebatida com a mão. O carrinho de mão auxilia no desenvolvimento da força dos membros superiores, especialmente braços e deltóides (ombros), estabilidade abdominal, já que o participante que estiver em apoio precisará de força nesses membros para conseguir permanecer na posição, e o abdômen será forçado, pois, precisará de um auxílio para a manutenção do equilíbrio nos membros inferiores para que haja um ganho de velocidade na corrida.

brincadeira queimadaPega-pega é um jogo de corrida, onde há vários tiros de velocidade com movimentação para os lados direito e esquerdo, promovendo aumento do gasto energético, auxiliando na quebra de gorduras. Pular corda auxilia no trabalho de impulsão, esse jogo faz alusão ao jump, modalidade que usa o mini trampolim como base, para o corpo pular e simultaneamente realizar movimentos, exige muito dos membros inferiores, e auxilia na definição muscular e diminui o índice de massa gorda. Pensa rápido auxilia nos movimentos de reflexo dos participantes, e essa capacidade é usada cotidianamente para realizar alguns movimentos. Queimada é um jogo que há vários participantes, assim como os outros jogos citados, queima gorduras, promove a habilidade do sistema cognitivo, auxilia nos movimentos de reflexo, de movimentação e de força.

brincadeira pular cordaSão brincadeiras e jogos que são usadas para promover o bem-estar, mas já que o exercício físico é importante, podemos usar esses jogos para queimar algumas calorias e incentivar os filhos a praticarem exercícios físicos. Devemos buscar os exercícios físicos e, mesmo que não possamos ter tempo de ir à academia, ou clubes de ginástica, vimos que as brincadeiras são importantes e proporcionam um bem-estar familiar.

Lucas Pinheiro Blog Guigo LopesLucas é aluno de Educação Física no Centro Universitário do DF (UDF) e cursa o 2º semestre. Seu sonho profissional é tornar-se um professor universitário. Siga o Lucas no Facebook e Instagram (@lucas_pinheiro21). Email:lduarte.barbosa@gmail.com

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